quarta-feira, 11 de setembro de 2013
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Liga Sobralense de Futsal Feminino 2013
INTA 1 X 1 R5 FUTSA
TAPERUABA 4 X 3 UNIFAZ
LIGA SOBRALENSE DE FUTSAL FEMININO ADULTO 2013
RESULTADOS
SAFZ 0 X 12 INTA / CHAVE B
TRIFZ 02 X SUEFZ / CHAVE A
ESTADUAL 03 X 12 INTA / CHAVE B
UNIFAZ 03 X 07 JUSC / CHAVE A
JUSC 4 X 3 TAPERUABA / CHAVE A..
SUEFZ 1 x 1 TAPERUABA / CHAVE A..
R5 FUTSAL 3 X SAFZ 1 CHAVE B
TRIFZ 1 X 2 JUSC CHAVE A
R5 FUTSAL 1 X 1 INTA / CHAVE B
UNIFAZ 3 X TAPERUABA 4 / CHAVE A
CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO A
1° JUSC
9 PONTOS
2° TAPERUABA
4 PONTOS
3° TRIFZ
3 PONTO
4° SUEFZ
1 PONTO
5° UNIFAZ
0 PONTO
CLASSIFICAÇÃO DO GRUPO B
1° INTA
7 PONTOS
2° R5 FUTSAL
4 PONTOS
3° ESTADUAL
0 PONTO
4° SAFZ
0 PONTO
terça-feira, 3 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
RODADA DA SEMANA Liga Sobralense de Futsal Feminino 2013
INTA X R5 FUTSAL 04.09.2013
19:10
GINÁSIO POLIESPORTIVO,
UNIFAZ X TAPERUABA 04.09.2013
20:50
GINÁSIO POLIESPORTIVO
Liga Sobralense de Futsal Feminino 2013

Benefícios do futebol para diabéticos

Que jogar bola favorece a saúde todo mundo sabe. Porém, uma pesquisa realizada pela Universidade de Copenhagen (Dinamarca) demonstrou que o esporte também reduz a pressão arterial e melhora a função cardíaca dos portadores de diabetes tipo 2 (quadro em que o corpo torna-seresistente à insulina que produz).
O estudo analisou 21 indivíduos com 50 anos (em média) que sofrem dessa patologia, mas que não possuem histórico de doenças cardiovasculares. 12 deles foram submetidos a treinos semanais de futebol. Os demais não tiveram mudanças em seus hábitos. A partir disso, os cientistas descobriram que os voluntários que participaram do treinamento mostraram, após três meses, melhorias na flexibilidade do coração. Além disso, o tecido do músculo cardíaco passou a trabalhar 29% mais rápido. “Muitos pacientes com diabetes tipo 2 têm músculos cardíacos menos flexíveis, o que eleva o risco de insuficiência”, explica Jakob Friis Schmidt, coautor do estudo.
Diego Benine
O estudo analisou 21 indivíduos com 50 anos (em média) que sofrem dessa patologia, mas que não possuem histórico de doenças cardiovasculares. 12 deles foram submetidos a treinos semanais de futebol. Os demais não tiveram mudanças em seus hábitos. A partir disso, os cientistas descobriram que os voluntários que participaram do treinamento mostraram, após três meses, melhorias na flexibilidade do coração. Além disso, o tecido do músculo cardíaco passou a trabalhar 29% mais rápido. “Muitos pacientes com diabetes tipo 2 têm músculos cardíacos menos flexíveis, o que eleva o risco de insuficiência”, explica Jakob Friis Schmidt, coautor do estudo.
Diego Benine
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