sexta-feira, 13 de julho de 2012

JMJ 2013: Comissão prepara encontro especial neste mês


Eventos marcam contagem regressiva para a JMJ, que será realizada de 23 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro
O Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 convida toda a cidade do Rio para o primeiro grande encontro preparatório rumo à JMJ Rio2013. O evento acontecerá entre os dias 27 e 29 de julho no Complexo do Maracanã e marcará a contagem regressiva de um ano para a realização da Jornada. O objetivo é apresentar um pouco daquilo que será a JMJ Rio2013.

O encontro acontecerá em dois locais simultâneos: Ginásio Maracanãzinho e Estádio de Atletismo Célio de Barros. Além das Celebrações Eucarísticas, com a presença do Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d'Aniello, do presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno de Assis, e do arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, a programação terá shows, palestras e o lançamento da campanha de doações para a JMJ Rio2013.

Os ingressos para participação no Ginásio do Maracanãzinho serão distribuídos nas paróquias da Arquidiocese do Rio de Janeiro/RJ e os eventos paralelos no Estádio de Atletismo Célio de Barros serão abertos ao público em geral.

Um festival com a participação de grandes nomes da música católica e popular brasileira, apresentações culturais e ações sociais também marcarão o evento.

A expectativa de público é de cerca de 50 mil pessoas durante os três dias de evento, que será transmitido na íntegra pela internet, através do portal oficial da JMJ Rio2013: www.rio2013.com.

Programação (sujeita a alteração):

Sexta-feira, dia 27

Abertura - Missa presidida pelo Núncio Apostólico
Show com Jovens Cantores apresentando os hinos de todas as JMJs

Sábado, dia 28

Abertura das atividades no espaço Célio de Barros
Missa presidida pelo Cardeal Dom Raymundo Damasceno, presidente da CNBB
Exposição de arte sacra
Festival de pipas
Festival de música no palco Célio de Barros
Pregação e testemunhos
Show com Cantores do Rio de Janeiro (Banda Bom Pastor e convidados)

Domingo, dia 29

Missa presidida pelo presidente do COL e arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta
Ações sociais: prestação de serviços gratuitos para toda a população (teste de hepatite e glicose, banca de emprego, testes vocacionais, avaliação IMC, etc.)
Apresentação de grandes bandas da musica católica
Palestra do padre Reginaldo Manzotti
Show com Elba Ramalho e grandes nomes da MPB
Show de lançamento CD do padre Omar Raposo, com participação especial de Diogo Nogueira

quinta-feira, 12 de julho de 2012

FOTO DE TODO ELENCO DO PALMEIRAS CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL 2012


Verdão encerra jejum e se consolida como maior campeão nacional Título da Copa do Brasil faz Palmeiras recuperar hegemonia no futebol brasileiro. Ao todo, são dez conquistas


Foram 14 anos de espera. De lá para cá, muita coisa aconteceu na vida do palmeirense. Algumas derrotas doídas, outras eliminações inesperadas, e até uma passagem pela Série B do Campeonato Brasileiro marcaram negativamente a última década do Verdão.
Porém, as lamentações e tristeza dão agora espaço novamente para euforia, alegria e, principalmente, orgulho. A fria noite desta quarta-feira, em Curitiba, representou ao Palmeiras, além de seu segundo título na Copa do Brasil, a consolidação do clube como o maior vencedor de competições nacionais do futebol brasileiro.
Felipão, Palmeiras, Campeão Copa do Brasil (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)No ano passado, a Confederação Brasileira de Futebol decidiu por unificar todas as conquistas nacionais anteriores ao ano de 1971, data da primeira edição do Campeonato Brasileiro. Assim, competições como a Taça Brasil e o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, disputadas entre 1959 e 1970, passaram a ter o mesmo peso e importância para a entidade máxima do futebol no país.
Felipão, emocionado, carrega taça da Copa do Brasil (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
Com a conquista da Copa do Brasil deste ano, o Verdão soma agora dez títulos nacionais, excluindo da contagem torneios como a Copa dos Campeões e a Supercopa do Brasil, levando vantagem em relação ao Santos, que aparece em segundo com nove títulos, e ao Corinthians, o terceiro da lista com sete conquistas.
A hegemonia alviverde teve início em 1960, logo na segunda edição da Taça Brasil. O time comandado por Osvaldo Brandão e de craques como Valdir Joaquim de Moraes, Djalma Santos e Julinho Botelho, levou a melhor contra o Fortaleza, com direito a goleada histórica por 8 a 2 no segundo jogo, no Pacaembu, para ficar com o título.
Depois da supremacia santista entre os anos de 1962 e 1966, o Verdão voltou a conquistar a competição em 1967. Agora com Mario Travaglini no banco, o Palmeiras, que já contava com Dudu, Ademir da Guia e César Maluco, faturou o título diante do Náutico após três finais.
No mesmo ano, o Alviverde conseguiu seu terceiro título nacional, o primeiro da edição de estreia do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. No quadrangular final, o Verdão levou contra Internacional, Corinthians e Grêmio, e invicto, faturou mais uma taça, fato que viria se repetir em 1969 quando, mais uma vez sem sofrer nenhuma derrota na fase decisiva, venceu a concorrência de Cruzeiro, Corinthians e Botafogo para garantir o bicampeonato no Robertão.
Já na era do Campeonato Brasileiro organizado pela CBF, a Academia palmeirense não demorou para mostrar a sua força. Novamente comandado por Brandão, e o Verdão de Ademir da Guia, Luis Pereira, Emerson Leão e Leivinha venceu as edições de 1972 e 1973.
Depois de uma década de 1980 trágica para o torcedor alviverde, o Verdão voltou com tudo no início dos anos 90. Para acabar com a incomoda seca, Vanderlei Luxemburgo conseguiu montar um verdadeiro esquadrão no Palestra Itália.
Entre os anos de 1993 e 1994, craques como Velloso, Antonio Carlos, Cleber, Roberto Carlos, César Sampaio, Mazinho, Edilson, Rivaldo, Zinho, Evair e Edmundo desfilaram pelos gramados do país na conquista do bicampeonato nacional.
Depois de bater na trave em duas oportunidades – vice da Copa do Brasil, em 1996, e do Brasileirão, em 1997 – o clube optou decidiu por mudar seu estilo. A Academia alviverde e suas exibições de classe deram espaço para a raça e o futebol de resultado de Luiz Felipe Scolari.
Mesmo com a forte resistência no início, o trabalho da comissão técnica não poderia ser melhor. E, 1998, o Verdão venceu a Copa do Brasil de 1998 – última competição nacional vencida pelo Alviverde antes de 2012 –, titulo que credenciou o Palmeiras para a disputa da Taça Libertadores da América do ano seguinte, torneio também vencido pela equipe do Palestra Itália.
Apesar da maior glória de sua história conquistada em 1999, o torcedor alviverde amargou um longo período de fracasso a partir do ano 2000.
De lá para cá, o vexame de ter disputar a Série B do Brasileirão (2003) e apenas três títulos: um torneio Rio-São Paulo (2000), uma Copa dos Campeões (2000) e um Campeonato Paulista (2008). Porém, o reencontro com Felipão, que reassumiu o Verdão em agosto de 2010 após passagens por Cruzeiro, seleção brasileira, seleção portuguesa, Chelsea-ING e Bunyodkor-UZB, recolocou o clube nos trilhos das conquistas importantes.

Fonte;http://globoesporte.globo.com

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Dia da redenção: Coritiba e Palmeiras duelam pelo título da Copa do Brasil Com boa vantagem, paulistas estão próximos de conquista após década ruim. Coritiba busca a virada e o ‘milagre’ em sua segunda final em casa


Couto Pereira, quarta-feira, 21h50m. Falta pouco para o país conhecer seu novo campeão, uma equipe alviverde que superou adversários difíceis, sérios problemas na última década e que agora encontra a redenção. Tanto Coritiba quanto Palmeiras jogam hoje à noite pela redenção de uma década no ato final da edição 2012 da Copa do Brasil. Com a vitória por 2 a 0 no jogo de ida, em Barueri, o Verdão, de Luiz Felipe Scolari, começa com vantagem. Mas o Coxa, de Marcelo Oliveira e o seu Green Hell, agora eletrônico, prometem uma luta intensa para tirar garantir a taça. Nos vídeos, relembre as campanhas das duas equipes.
Nunca foi fácil. Na última década, menos ainda. O palmeirense se acostumou a sofrer com derrotas doídas e eliminações vexatórias, mas voltou a sorrir com um time que, se não é um primor de técnica, faz de tudo para se entregar dentro de campo. Desde o fatídico 2002, quando caiu para a Série B do Campeonato Brasileiro, o Verdão só conquistou um título de elite: o Paulista de 2008. Agora, voltou a ser temido. A taça significa a soberania nacional: serão dez conquistas (oito Brasileiros reconhecidos pela CBF, mais duas Copas do Brasil), contra nove do Santos. Significa também a redenção de Felipão, que venceu uma série de problemas para chegar à decisão.
Nunca foi fácil. Na última década, menos ainda. O coxa-branca chorou com dois rebaixamentos, eliminações em competições nacionais e a ascensão do rival Atlético-PR (que voltou a cair e agora disputa a segunda divisão). Desde o fatídico 2002, quando foi eliminado do Campeonato Brasileiro ao perder para um rebaixado Gama (e permitir a classificação do Santos, futuro campeão), foram três anos na Série B (2006, 2007 e 2010) e seis títulos estaduais, insuficientes para um clube que tem sede de conquistas nacionais, chance perdida no ano passado justamente na final da Copa do Brasil, também em casa, para o Vasco, mesmo com a vitória por 3 a 2 - perdeu o jogo de ida, no Rio, por 1 a 0. O título significa uma vaga na Taça Libertadores depois de nove anos fora, além da consolidação do trabalho de Marcelo Oliveira, técnico que ganhou o torcedor do Coritiba em um ano e meio de trabalho.
Um 2 a 0 para o Coritiba leva a decisão para os pênaltis. Se o Palmeiras fizer um gol, o Coxa terá de marcar quatro, por causa do critério do gol fora de casa. Assim como no primeiro jogo da decisão, haverá desfalques. De um lado, o zagueiro-artilheiro Emerson está suspenso. Do outro, Valdivia foi expulso e também fica fora. Sem contar Barcos, que se recupera da cirurgia de retirada do apêndice e não tem condição de jogo novamente.
O Couto Pereira terá uma tecnologia inovadora para incentivar o Coxa: um Green Hell eletrônico, já que os sinalizadores e fumaças estão proibidos no estádio. Assim, os artefatos serão substituídos por lâmpadas de LED e gelo seco para proporcionar o mesmo efeito para os cerca de 35 mil torcedores. Destes, 4 mil, segundo o Coxa, ou 5.500, de acordo com o Palmeiras, serão visitantes. O Verdão também leva com a delegação todos os jogadores lesionados e não relacionados.
O GLOBOESPORTE.COM acompanha todos os lances em Tempo Real e terá um programa especial, com flashes ao vivo do Couto Pereira, a partir das 21h. A TV Globo e o SporTV transmitem o duelo para todo o Brasil, direto de Curitiba. A arbitragem será de Sandro Meira Ricci (PE), auxiliado por Carlos Berkenbrock (SC) e Alessandro da Rocha Matos (BA).

header as escalações 2
Coritiba: o time é um mistério. O técnico Marcelo Oliveira disse que já tem o grupo fechado, mas só divulgará a escalação momentos antes do jogo. Apesar da indefinição, é provável que o volante Sérgio Manoel, o lateral-direito Ayrton e o atacante Roberto retornem ao time. A principal dúvida é se o treinador utilizará três volantes ou se começa com dois armadores. O Coxa deve entrar em campo com Vanderlei; Ayrton, Demerson, Pereira e Lucas Mendes; Willian, Sergio Manoel, Rafinha e Éverton Ribeiro; Roberto e Everton Costa.
Palmeiras: Felipão faz pelo menos duas mudanças na equipe que venceu o primeiro jogo, já que Henrique volta ao time e Valdivia está suspenso. Daniel Carvalho substitui o Mago, enquanto Márcio Araújo vai para o banco de reservas. O restante deve ser mantido. O time provável tem Bruno, Artur, Maurício Ramos, Thiago Heleno e Juninho; Henrique, Marcos Assunção, João Vitor e Daniel Carvalho; Mazinho e Betinho (Maikon Leite).

quem esta fora (Foto: arte esporte)
Coritiba: o zagueiro Emerson está suspenso; o atacante Marcel está com uma lesão na coxa direita; e Cleiton, Jackson e Keirrison ainda não têm data para voltar a jogar.
Palmeiras: Valdivia está suspenso. Luan, recuperado de um estiramento na coxa direita, mas ainda sem ritmo de jogo, Barcos, que se recupera de uma cirurgia para retirada do apêndice, Wesley, ainda em tratamento de uma grave lesão no joelho, e Román, com uma lesão muscular, são os outros desfalques.

header fique de olho 2

Coritiba:
 o meia Rafinha é o principal nome do coletivo coxa-branca. Considerado um maestro no meio-campo, ele terá a responsabilidade de distribuir as jogadas e mandar o passe redondo para o Coxa sair da desvantagem e marcar os três gols necessários.
Palmeiras: se o time não sofrer gols, é campeão da Copa do Brasil. Para isso, o zagueiro Henrique volta de suspensão e será escalado no meio-campo, numa função que desempenhou bem na reta final do torneio. Formado no Coxa, ele terá a oportunidade de conquistar a taça em um lugar onde já foi ídolo e passou dez anos.

header o que eles disseram

Marcelo Oliveira, técnico do Coritiba: “O Coritiba tem criado chances no Couto Pereira. Foi sempre assim. A participação da torcida é fundamental e nos faz ainda mais forte. Além do poder de decisão das jogadas, que é mais forte. Tudo isso aliado será fundamental para a nossa conquista”.
Daniel Carvalho, meia do Palmeiras: “Sabemos que alguns jogadores do Coritiba podem fazer a diferença. Temos de estar concentrados e pensando em não tomar gol. É jogar nosso futebol, marcar em cima, não dar espaço... Só podemos pensar na vantagem quando estivermos nos minutos finais”.
header números e curiosidades

* Quem tem vantagem? Confira o histórico do confronto na Futpédia
* O Palmeiras não perde por mais de dois gols de diferença há 53 jogos. Este é o resultado de que o Coritiba precisa para ser campeão. A última derrota assim foi um 3 a 0 para o Internacional, em setembro de 2011, pelo Campeonato Brasileiro.
* Nas quatro vezes em que a equipe da casa venceu a partida de ida da final da Copa do Brasil por 2 a 0, saiu campeã no jogo de volta. Foi assim com Paulista (2005, contra o Fluminense), Flamengo (2006, diante do Vasco), Corinthians (2009, Internacional) e Santos (2010, ante o Vitória).
* A equipe que perdeu o primeiro jogo da decisão só conseguiu inverter o placar três vezes na história da Copa do Brasil. Em 1992, o Internacional venceu o Fluminense por 1 a 0 (perdeu a ida por 2 a 1). Em 1998, o Palmeiras venceu o Cruzeiro por 2 a 0 (perdeu a ida por 2 a 1). Em 2008, o Sport venceu o Corinthians por 2 a 0 (perdeu a ida por 3 a 1).
header último confronto v2
Foi na semana passada, dia 5 de julho, em Barueri, pela partida de ida da decisão da Copa do Brasil. O Palmeiras venceu por 2 a 0 e obteve grande vantagem para a volta, mas não foi tão fácil assim. O Coxa dominou o primeiro tempo e Bruno salvou o time da casa em pelo menos duas oportunidades. Aos 47, porém, Betinho sofreu pênalti, e Valdivia cobrou com perfeição. Aos 19 do segundo tempo, Thiago Heleno completou o placar, de cabeça. O jogo teve recorde de público na Arena Barueri: 28.557 pagantes em uma bela festa alviverde.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Morre Cardeal Eugênio Sales

Cardeal_salesA Arquidiocese do Rio de Janeiro informou no fim da noite desta segunda-feira, 9 de julho, a morte do arcebispo emérito do Rio de Janeiro, Cardeal Eugênio de Araújo Sales, aos 91 anos, vítima de um infarto enquanto dormia em sua casa no bairro do Sumaré, na capital carioca. “Foi um homem que seguiu Jesus Cristo, que soube estar presente nos momentos do Brasil”, avaliou dom Orani João Tempesta, em entrevista aoJornal da Globo,  na madrugada desta terça-feira.

Atualmente, dom Eugênio era o mais antigo cardeal da Igreja Católica. Teve uma presença importante na questão dos refugiados, e foi uma referência para o Vaticano em relação à Igreja no Brasil. “Lembramos de sua atuação na Favela do Vidigal, ajudando os mais necessitados. Foi alguém que nunca deixou a fidelidade ao seu amor à Igreja e ao Santo Padre”, recordou dom Orani.

O velório ocorrerá durante esta terça-feira na Catedral Metropolitana de São Sebastião, no centro do Rio. Já o enterro ainda não tem data marcada, mas está previsto para quarta-feira, quando o irmão de dom Eugênio, dom Heitor Sales, que foi arcebispo de Natal (RN) voltar de uma viagem à Europa.

Biografia

Dom Eugênio Salles nasceu em Acari (RN) no dia 8 de novembro de 1920, e fez seus primeiros estudos em Natal onde ingressou, em 1931, no Seminário Menor. Os cursos de Filosofia e Teologia foram realizados Seminário da Prainha, em Fortaleza. A ordenação presbiteral ocorreu em dia 21 de novembro de 1943.

Com apenas 33 anos, em 1954, foi nomeado bispo auxiliar de Natal pelo papa Pio XII. Em 1962 foi designado administrador apostólico da Arquidiocese de Natal, função que exerceu até a chegada de dom Nivaldo Monte, em 1965. Em seguida, tornou-se administrador apostólico da Arquidiocese de Salvador e, quatro anos depois, arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, pelo papa Paulo VI.

No período em que esteve em Salvador, dom Eugênio foi o criador das Comunidades Eclesiais de Base, da Campanha da Fraternidade e do Movimento de Educação de Base. Foi também um dos primeiros a implantar o Diaconato Permanente na Igreja no Brasil. No tempo da Ditadura Militar, realizou, em segredo, diversas ações em prol do abrigo a perseguidos políticos.

Em 1969, dom Eugênio foi criado cardeal presbítero pelo papa Paulo VI, e chegou a ocupar cargos em onze congregações no Vaticano. Em 13 de março de 1971, foi nomeado para a Arquidiocese do Rio de Janeiro, função que exerceu até 2001, quando sua renúncia foi aceita. Ele já estava com 80 anos de idade.

Sua atuação teve como inspiração o seu lema episcopal, fundamentado na Carta de São Paulo aos Coríntios: "Impendam et Superimpendar" (2 Cor 12,15): “De muito boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós”