Técnico chega à sua primeira decisão desde que voltou ao Palmeiras, em 2010, e exalta postura dos jogadores: ‘Não são eles que não ganham há dez anos’
classificação à final da Copa do Brasil, com o empate em 1 a 1 com o Grêmio, nesta quinta-feira, em Barueri, levou o técnico Luiz Felipe Scolari à possibilidade de seu quarto título na competição. Campeão por Criciúma, Grêmio e pelo próprio Palmeiras, Felipão devolveu o time a uma decisão nacional depois de 12 anos – a última havia sido a Copa dos Campeões de 2000. Com a excelente campanha no torneio, ainda sem derrotas, o técnico espera um reconhecimento maior para seus jogadores. É a primeira final do comandante desde que voltou ao clube, em julho de 2010.
– A marca desses jogadores que chegam à final é diferente daquela que foi muitas vezes atribuída a eles. Não são eles que não ganham título há dez anos, mas sim o clube. Estão todos fazendo um bom trabalho, com boa vontade, e devem ser valorizados. Nosso índice melhorou um pouco, a maioria deles chegou há meio ano e já está em uma final – ressaltou o técnico.
Felipão aproveitou para fazer um breve desabafo a respeito da pressão por conquistas que vem sofrendo desde seu retorno.
– As pessoas que ficam cobrando, insistindo e avaliando o meu trabalho criticam bem menos do que eu mesmo me critico. Quando eu vim em 2010 era para melhorar o clube e disputar títulos. Não conseguimos até então. Chegamos a algumas semifinais, o resto não foi como eu esperava. Mas não é por falta de trabalho nem de atitude. Não adianta explicar – disse Felipão.
O comandante fez questão de exaltar o grupo em pelo menos metade de suas respostas. Depois de momentos conturbados durante a temporada, incluindo a eliminação no Campeonato Paulista, o elenco soube suportar a pressão psicológica para despachar o Grêmio e chegar à decisão diante do Coritiba.
– Esse grupo já fez por merecer a simpatia do torcedor, pois o grupo é vencedor. Não só porque estamos na final, mas porque o Palmeiras não chegava tão longe com outros técnicos e jogadores há pelo menos dez anos. Agora temos dois jogos muito difíceis contra o Coritiba – lembrou.
Nas primeiras páginas do livro da criação (cf. Gn 1–4), o autor sagrado expôs, com perspicácia, a sabedoria como Deus criou o mundo e nele introduziu, ao final da luminosa descrição poética e profundamente religiosa, o homem e a mulher, feitos à Sua imagem e semelhança, com inteligência e liberdade. Deus, fonte de todo bem, viu que tudo era muito bom (cf. Gn 1,31). Começou a aventura da liberdade!
Muitas pessoas foram convocadas por Deus para participar da construção de uma história de salvação. Noé encontrou graça aos olhos do Senhor (cf. Gn 6,8) quando a Terra estava cheia de violência (cf. Gn 6,13). Abraão foi escolhido e chamado por Deus (cf. Gn 12), também Moisés (cf. Ex 3), Samuel (cf. I Sm 3), Isaías (cf. Is 6) e Jeremias (cf. Jr 1), ao lado de tantas outras pessoas que aprenderam, em meio a luzes e sombras, a discernir a voz do Senhor. E ainda foram muitas as histórias de infidelidades, pecados, traições, nas quais um povo de cabeça dura (cf. Ex 32,7-14; Atos 7, 51) voltou atrás, depois de se decidir pelo seguimento da Palavra do Senhor. E Deus, em Sua misericórdia, sempre estava aberto para o perdão.
Na plenitude dos tempos (cf. Gl 4,4), foi chamada uma jovem, quem sabe, apenas adolescente, a Virgem Maria, na qual o Céu encontrou a mais transparente de todas as respostas (cf. Lc 1–2). Nela a Palavra Eterna de Deus se fez Carne. Em nome da humanidade foi o “sim” que a Deus agradou, a contrapartida da humanidade para se realizar a salvação, mãe que fez a vontade de Deus (cf. Mc 3,34). E veio Jesus Cristo!
Depois dos anos vividos em Nazaré, Jesus vai ao Jordão, acolhe a voz do Pai e a manifestação do Espírito Santo e inicia a pregação do Reino. Jesus chamou os primeiros apóstolos, abriu o leque para convocar o que foram chamados de discípulos, envolveu famílias amigas, como vemos nas visitas a Marta Maria e Lázaro, teve colóquios de amizade e confidência com Pedro, Tiago e João, olhou com amor provocante e desafiador para muitas pessoas, suscitando nelas a decisão pelo Seu seguimento, dirigiu-se às multidões, consolou, curou e perdoou! Ninguém passou em vão ao lado de Cristo!
No correr do caminho, conquistou discípulos e amigos, mas também granjeou reações ferrenhas de Seus opositores e esteve com grupos que Lhe prepararam verdadeiras armadilhas verbais (cf. Mc 11–12). Para estupor de todos os que n'Ele depositam a segurança de suas vidas, foi até considerado um homem possuído por Belzebu (cf. Mc 3,20-35). Sabemos que muitas ciladas foram preparadas para prendê-Lo, o que só aconteceu quando chegou a hora de passar deste mundo para o Pai (cf. Jo 13,1).
Nosso Senhor Jesus Cristo é Senhor da História, mas submeteu-se ao julgamento da própria história, deixando aberta a margem da maravilhosa e terrível realidade da liberdade humana, para que todos os seres humanos possam decidir-se diante d'Ele. Os que se decidem pelo Seu seguimento participarão de Suas alegrias e também de Suas provações ou privações. A eles caberá usar o precioso dom da liberdade, para tomar decisões acertadas, para se erguerem das próprias quedas e assumirem o norte de suas vidas, iluminados que foram pela bússola da fé.
São Paulo, um dos chamados na undécima hora (cf. Gl 1,11-24), fez a experiência da fé em Jesus Cristo (II Cor 4,13–5,1). Nele é possível encontrar alguns critérios para as decisões a serem tomadas, pois todos nós somos igualmente chamados ao seguimento de Cristo, aprendendo a pensar o que é certo e realizá-lo (Oração do dia do IX Domingo do Tempo Comum).
A luz da fé, suscitada pelo seguimento de Jesus, provocado pelo anúncio da salvação, é o horizonte para as decisões. O cristão não é indiferente diante dos cruzamentos das estradas de sua vida. Ele escolhe o que é conforme a Cristo e ao Evangelho d'Ele, sem medo de nadar contra a correnteza. Por causa de sua fé, fala e dá testemunho corajoso (cf. II Cor 4,13), superando a pusilanimidade que conduz à omissão vergonhosa. Para tanto, sua força está na oração, com a qual experimenta a presença certa daquele Senhor que escolheu para seguir (cf. I Ts 5,17; 2 Ts 1,11.3,1).
Diante das dificuldades, é sua tarefa vencer o desânimo (cf. II Cor 16-17) e erguer os que estão caídos. Cabe-lhe sempre tomar a iniciativa! Sabe que os sofrimentos, as dores e a própria morte não têm a última palavra, pelo que se renova dia a dia (cf. II Cor 4,16) e aposta sua vida no que é invisível e eterno (cf. II Cor 4,18).
Decisões guiadas pela fé, oração, iniciativa, coragem diante dos obstáculos, capacidade de olhar para o alto! Nada menos do que a proposta da Igreja para todos e não para um grupo de privilegiados. A decisão está nas mãos de nossa liberdade!
Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém - PA.
CAMPEONATO SOBRALENSE DE FUTEBOL - 2º DIVISÃO - SEMI FINAL 6º FEIRA - 08.06.12
Será realizado nesta 6º feira 08.06.12 no estádio do junco a Semi Final do Campeonato Sobralense de Futebol de 2012 da 2º Divisão, com a realização dos seguintes jogos:
Preliminar: 19:00H - JOINVILE (Tamarindo) X TIRADENTES (Coração de Jesus)
Principal: 20:50H - JUNCO (Bairro Junco) X CESA (Distrito de Aracatiaçu)
Nesta fase da competição nenhum clube levará vantagem de pontos, caso os jogos terminem empatados a decisão será através da cobrança de penalidades.
Fonte;http://ligasobralfutebol.blogspot.com.br/